Eu não sou daqui. Venho de perto do longe, onde o amor é apenas um novo nome para o sofrimento, venho do absurdo, da dor de viver. Eu não quero mais. Vou fugir, quero a absorvição, a inconsequência, quero encarar o desespero de estar livre. A inércia se torna fluxo. Meus olhos destilam água por alguém que constrói seus sorrisos em sofrimentos alheiros. Pus me a chorar, eu andava pelo palco sem sapatos nem rumo. Neste momento, abro meu ventre e minha alma se esvasia de sofrimento. Abandono você aqui. A verdade é que você será esquecido, eu vou continuar, pois posso criar árvores nas águas, escolher o meu reflexo e a cor dos olhos de cada momento. Você apenas consegue criar câncer no coração de outros, não no meu dinovo. Você não vive mais dentro de mim, está expulso da minha alma e me recuso a te carregar nos ombros dinovo. E essa é a última vez que eu gasto minhas palavras com você.
sábado, 14 de maio de 2011
Desilusão ;
Eu não sou daqui. Venho de perto do longe, onde o amor é apenas um novo nome para o sofrimento, venho do absurdo, da dor de viver. Eu não quero mais. Vou fugir, quero a absorvição, a inconsequência, quero encarar o desespero de estar livre. A inércia se torna fluxo. Meus olhos destilam água por alguém que constrói seus sorrisos em sofrimentos alheiros. Pus me a chorar, eu andava pelo palco sem sapatos nem rumo. Neste momento, abro meu ventre e minha alma se esvasia de sofrimento. Abandono você aqui. A verdade é que você será esquecido, eu vou continuar, pois posso criar árvores nas águas, escolher o meu reflexo e a cor dos olhos de cada momento. Você apenas consegue criar câncer no coração de outros, não no meu dinovo. Você não vive mais dentro de mim, está expulso da minha alma e me recuso a te carregar nos ombros dinovo. E essa é a última vez que eu gasto minhas palavras com você.
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